14 de abr. de 2011

Lembranças do coração em páginas...


“Every photo has a story....”
Por isso é tão gostoso fazer ´scrap´...
Cada vez que separamos as fotos e os materiais que comporão a página, revivemos aquele momento que se “congelou” no papel. Cada vez que escrevemos o “journaling” da página, repassamos aquela história vivida. O tempo passa, as memórias se avolumam com o passar dos anos e, por isso mesmo, passamos a valorizar mais a  experiência de contar as bênçãos vividas.
Estes momentos especiais são guardados em nossas memórias e tornam-se lembranças do coração.
 (meus meninos quando pequenos... hoje, o mais novo tem 25 anos.)








Muitas páginas serão postadas, mas nem que eu produza dia e noite conseguirei colocar tudo que meu coração guardou!!
Bjk 

8 de abr. de 2011

Pausa para futilidade... (mas, uma futilidade linda, lógico!)

  
  A blogueira mexicana Andy Torres, do blog Style Scrapbook, lançou em parceria com a marca Kipling, uma edição limitada de uma bolsa para carregar câmeras fotográficas . O item é um charme, e serve para blogueiros e amantes de fotografia que queiram manter o estilo.Imagina a loucura de scrappers como eu... porque, fala sério, ô coisinha feia é capa de máquina!!


7 de abr. de 2011

Caixa "Make up"

Como na postagem anterior mostrei somente as agendas de Nay e Rê, agora tenho que explicar que a agenda de Fê será só de 2012, pois até lá eles já estarão morando aqui no Brasil novamente. Mas, um "scrapdecor" especialmente feito para ela foi a caixa "make up".

delicada e feminina como a norinha linda de Madrid!!


Mais um modelo de caixa:


esta foi para Luzia, em Indaiatuba.

Como o "scrap" é versátil, né??!!

Bjk

Agenda das norinhas...

Acredite, de nora eu entendo!
Tenho 4 noras lindas... na verdade, são filhas especiais que  Deus me deu. Fazer coisas de scrap para elas é muito gostoso porque, independente do resultado, elas percebem todos os detalhes e demonstram valorizar muito meu trabalho. Para Rebeca e Nayara, fiz estas agendas, deliciosamente rosas embora com tons e estilos diferentes...
Esta é a de Rebeca...  a capa...

...e a parte de tras.


E esta: 

a de Nayara, sua capa...


... e atrás.

Elas demonstraram gostar bastante. O mais gostoso é poder usar parte do meu tempo fazendo mimos pra minhas "meninas"!!!

Ah!! O material destes trabalhos comprei na "Scrapspot", loja linda da amiga Cínthia, vale a pena visitá-la!

¡Hasta pronto!


18 de jun. de 2010







Vou começar com alegria!


Pequeno Manual das Neuroses Manuais



Nem tudo são flores (de feltro) no mundo craft. Existe muita, muita tensão e chegou a hora de abrir a caixa preta (estilo vintage de MDF betumado). Vou mostrar o lado escuro do mundo da fofura, enumerando as 4 fases pelas quais passamos ao perceber que temos alguma habilidade manual. Momentos da mais pura psicologia de botequim. Ou melhor. De atelier.

(1) Fase da Onipotência: Nesta fase acreditamos que com uma boa tesoura e um rolo de 10m de fita de bolinhas dominaremos o mundo. Comprar presentes? Roupas? Bolsas? Pra quê? “Faço isso com um pé nas costas!” “Plataforma de Petróleo? Me dê uns pedaços de MDF, um pouco de cola e...” . Alerta vermelho: McGuiver já era, o dono do shopping tem uma família para sustentar e o capitalismo precisa de você! Seja razoável!

(2) Fase da Customização Obsessiva Compulsiva: Danou-se! Nada mais escapa do seu “toque pessoal”. Sapatos, móveis, latas de leite em pó... É só bater o olho num objeto meio sem graça e pronto: “ficaria legal com outra cor”, “ficaria bem melhor recoberto de tecido” “e se eu virar de cabeça para baixo, colar num cabide e...”. Fase crítica! Você só perceberá que precisa de ajuda quando já estiver na segunda demão de pátina provençal na careca do marido. Seja forte! E não faça capinha pro botijão de gás! (Jamais!)

(3) Fase do Apego: Você comprou os mais lindos papéis para scrapbook do universo e de tão apaixonada toma um tarja preta cada vez que pensa em usá-lo em um projeto. Nada nem ninguém é digno e merecedor do seu material favorito. “E se não encontrar mais para comprar?”, “E se pararem de fabricar?”, “ E se a indústria papeleira for extinta?”. Você tem pesadelos com ataques de gafanhotos comedores de papel e acorda suada. Gente: um dia eles vão crescer e nos deixar sozinhas. Papel de scrapbook a gente cria para o mundo.

(4) O ataque do Caboclo Tranca Atelier: A agulha quebrou. A linha embolou. A tinta empelotou. O caseado está troncho. A cola manchou. Você corta torto. Cola torto. Costura torto. Era para ser um cubo, mas virou uma pirâmide. May Day! May Day! É hora de desistir! Nem sempre perseverar vale a pena. Antes que atentar contra a própria vida com uma pistola de cola quente calibre 22, largue tudo como está! Vá pra rua, bata perna, dance hiphop, beba tequila. À noitinha, acenda uma vela (artesanal forradinha com frutas secas) pra Nossa Senhora da Tesourinha de Garça e outra (tipo gel com estrelinhas azuis) pro São Pompom e vá dormir o sono dos crafters. Amanhã será outro dia. (Tarja preta de novo, não!)

bjok@s

(Recebi via email)